Wednesday, March 25, 2026

FACTORES-CAUSA DOS FRACASSOS

NO PROCESSO DE AUTOCURA MACROBIÓTICA

1.  Utilizar e misturar outros princípios dietéticos, além dos preconizados pela macrobiótica;

2.  Utilizar outros produtos “para pôr todas as chances do meu lado”;

3.  Instruções dietéticas mal compreendidas. Contentar-se com o “mais ou menos” na aplicação dos conselhos nutricionais macrobióticos;

4.  Acreditar que nos podemos livrar de frequentar cursos de cozinha macrobiótica porque somos bons cozinheiros ou mesmo chefes de cozinha;

5.  Para os doentes com doenças crónicas degenerativas ou cancro, consumir muitos farináceos – pão, biscoitos, crepes, etc. Os produtos farináceos provocam a formação de mucos e de estase intestinal (retenção prolongada das fezes) – devemos preferir os cereais em grão inteiro e o pão essénio (bio germinado) sem fermento;

6.  Para os cancerosos, a utilização do forno, grelhar os alimentos na brasa – estes métodos culinários são cancerígenos e devem ser absolutamente banidos;

7.  Ausência de apoio familiar, críticas permanentes do envolvimento e dos amigos em relação ao método macrobiótico;

8.  Ausência de um verdadeiro desejo de viver. Falta de vontade e de determinação;

9.  Ausência de discernimento – é primordial perceber quais são os maus hábitos, alimentares e comportamentais do passado, que permitiram o aparecimento da doença e que é uma grande sorte termos a oportunidade da prática da arte de viver macrobiótica, de poder aprender um método que nos permita uma profunda reflexão e uma completa cura.

 

RECOMENDAÇÕES RESPEITANTES ÀS REFEIÇÕES

1.  Em estado de rancor, cólera ou superexcitação, evitar cozinhar e comer, ou então, parar um momento e relaxar para encontrar uma certa calma interior;

2.  Ter uma boa posição sentada e descontraída;

3.  Exprimir gratidão face à comida;

4.  Reconhecimento face à(s) pessoa(s) que prepararam a refeição;

5.  Comer só se tivermos realmente fome. Saciar o apetite até 80%;

6.  Mastigar e insalivar bem os alimentos;

7.  Não beber às refeições e beber moderadamente entre as refeições;

8.  Evitar comer e beber menos de 3 horas antes de se deitar.

 


 

AMEIXA UMEBOSHI

Utilidades

A umeboshi, embora seja conhecida como ameixa, refere-se a uma espécie de pêssego transformado em pickle salgado.

Utilizada na China há mais de dois milénios, foi importada para o Japão há mais de 1.500 anos.

·       Para uso interno, deve-se primeiro retirar o caroço e mastigar bem antes de engolir, actuando em intoxicações alimentares e neutralização da acidez do estômago.

O caroço pode no fim ser chupado durante 30 minutos, o que produz bastante saliva, funcionando assim como antibiótico natural – cuidado para não engolir.

·       Quando fervida durante 30 minutos, transforma-se numa bebida ideal para depois de uma caminhada ou actividade física em que transpiramos profusamente – repondo sais minerais perdidos pela transpiração. No final, pode-se comer a ameixa.

·       Nos dias quentes, pode ser colocada numa garrafa de água, podendo ser bebida durante o dia, torando a água mais rica em minerais.

·       Em situação de dor de garganta ou de dentes, o caroço pode ser colocado na boca, deixando dissolver os resíduos de ameixa que contém, ajuda a alcalinizar a mucosa bucal e a reduzir a presença de bactérias.

No caso das dores de dentes, cortar um pedacinho de ameixa com pele e colocar directamente na zona da dor e aguentar o mais possível – repetir duas ou três vezes até aliviar a dor.

·       Ao acordarmos, e em jejum, uma ameixa alivia os sintomas de ressaca, febre, fadiga, náusea – incluindo as que surgem na gravidez-, auxilia a diminuir os sintomas de diarreia ou prisão de ventre, regulariza o tânsito intestinal e contribui para a expulsão dos vermes intestinais.

·       Para uso externo, para picadas de insectos, podemos aplicar uma pequena porção da ameixa localmente, reduzindo o desconforto.

·       Ajuda a desinfectar cortes ou, colada com um adesivo sobre o local, serve de curativo/penso.

·       Como qualquer “superalimento”, não deve ser consumida numa base regular – não consumir mais de 3 dias seguidos.

Se necessitarmos de consumi-la diariamente durante mais tempo, devemos utilizar apenas metade ou um quarto de ameixa, dissolvida em “chá de 3 anos” (kukicha/bancha).

·       Sendo um alimento contractivo, atrai alimentos mais expansivos, o que significa que o consumo deste alimento a partir de certa quantidade, pode levar-nos ao desejo de ingerirmos alimentos com sabor doce (açúcar, chocolate, etc.).

·       O consumo a longo prazo pode levar à retracção das gengivas.

·       Não deve ser consumida durante mais de uma semana em caso de hipertensão ou se ingerirmos proteína animal todos os dias.

 

 

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