RÚCULA
· É fonte de antioxidantes e, como as
couves, compartilha as propriedades anti-tumurais das demais crucíferas
(brócolos em particular).
·
É digestiva, antiescorbútica,
carminativa, ajuda a expulsar os gases intestinais e é afrodisíaca.
· Também contém: vitamina C –
utilizava-se tradicionalmente para curar o escorbuto -, cálcio em abundância e
o dobro do ferro dos espinafres, o que, em conjunto com o ácido fólico, fazem
dela um alimento medicinal muito importante para a anemia e menstruações
abundantes.
·
É anti-hemorrágica e útil para a
formação dos ossos e para conservar a sua força.
·
É útil nas primeiras fases da
gravidez, prevenindo danos neurológicas no feto.
· Muito rica em vitamina A, Plínio
aconselhava-a para reforçar a vista. E, nestes tempos, também era recomendada
em caso de astenia, debilidade, fadiga, úlceras e ardor de estômago.
·
Na Primavera, é indicada para
depurar o fígado – e, sendo diurética, ajuda a descarregar os excessos de
gordura e proteína animal consumidos no Inverno, reduzindo o colesterol.
·
É muito contractiva (yang) e aquece
o corpo.
· Não é indicada para crianças
pequenas e as pessoas irritáveis devem consumi-la misturada com outros tipos de
salada.
A rúcula selvagem é muitíssimo mais rica em minerais
que a rúcula cultivada.
AUTORES CONSULTADOS:
·
Clara Castellotti.

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