AS SETE
CONDIÇÕES DA SAÚDE
1.ª condição:
Vitalidade – Nunca estar cansado
“A
saúde não é um estado da matéria, mas sim da mente”
(Mary Baker Eddy).
resumo
O texto defende que a saúde não é apenas a ausência de doença nem algo
medido exclusivamente por análises clínicas. A saúde é vista como um estado
global — físico, mental e emocional — que reflete a capacidade de adaptação às
mudanças da vida com equilíbrio e pouca tensão.
Segundo Georges Ohsawa, existem sete condições para uma boa saúde,
sendo a primeira: 1. Vitalidade – nunca estar cansado
A verdadeira saúde começa pela ausência de fadiga crónica. O cansaço
constante é apresentado como um dos sinais mais comuns de desequilíbrio.
Principais ideias:
- O cansaço é associado a hábitos de vida inadequados, sobretudo
ao consumo de comida industrializada, pobre em nutrientes, e ao
afastamento de hábitos naturais.
- Muitas pessoas vivem com uma energia artificial e passageira,
estimulada por café, açúcar e excitantes, que cria dependência e
não representa energia vital genuína.
- O texto atribui a fadiga principalmente à chamada “acidez orgânica”,
entendida como um desequilíbrio interno do corpo.
Consequências atribuídas à fadiga/acidez:
O texto descreve uma progressão de problemas:
1. Perda de
energia
2. Irritabilidade
e sensibilidade
3. Mucos e
congestão
4. Inflamação
5. Endurecimento
dos tecidos
6. Ulceração
7. Degeneração e
doença grave
São citados vários autores e médicos que defendem a ideia de que o excesso
de acidez estaria na origem de muitas doenças.
Caminho proposto:
Para recuperar a vitalidade, o texto recomenda:
- alimentação equilibrada e “inteligente”;
- hábitos de vida saudáveis;
- respeito pelo meio ambiente;
- maior ligação e responsabilidade pessoal pelo próprio bem-estar.
Dimensão mental e emocional:
A vitalidade não é apenas física. Uma pessoa saudável seria alguém que:
- se adapta rapidamente aos imprevistos;
- encara dificuldades de forma positiva;
- assume responsabilidade pela sua vida;
- mantém energia física e mental para concluir projetos.
Sinais de falta de vitalidade:
O texto associa a perda de saúde a:
- cansaço permanente;
- pessimismo e queixas constantes;
- dificuldade de adaptação;
- dores de cabeça, problemas digestivos, olhos vermelhos, queda de
cabelo, necessidade frequente de dormir ou bocejar.
Ideia central:
A saúde é apresentada como um equilíbrio global entre corpo, mente e
estilo de vida, sendo a vitalidade e a capacidade de adaptação o
primeiro sinal de verdadeiro bem-estar.
Nota importante: o texto reflete uma visão de saúde ligada à
filosofia natural/macrobiota de Ohsawa.
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texto
Para avaliar o nosso estado de saúde não devemos utilizar
exclusivamente os resultados das
análises clínicas que obviamente reflectem uma parte da nossa
condição biológica de forma parcial.
A saúde não é ausência de doença, é a capacidade
de nos adaptarmos às mudanças com o mínimo de tensão e com a maior integridade
possível, é o reflexo holístico da condição a cada momento.
Ao examinarmo-nos sem complacência com base nestes parâmetros, podemos
situar o nível da nossa doença, que é também o reflexo exacto do nosso grau de
ignorância das leis universais.
Segundo Georges Ohsawa,
existem 7 condições para ter boa saúde:
1.ª — Vitalidade, nunca estar
cansado
A primeira condição
é não ter fadiga ou cansaço.
Actualmente a queixa mais generalizada é “o cansaço”. E uma das razões
principais deste cansaço é a quantidade de comida lixo ou comida
desvitalizada que se ingere, que é simultaneamente um reflexo da desconexão com
a vida. Se as pessoas cultivassem hábitos de vida saudáveis, não escolheriam comida
lixo, pois os hábitos criam o apetite.
Muitas pessoas têm uma relativa energia, uma energia muito rápida, como a fornecida
pelo papel queimado, fogo rápido, convertido imediatamente em fumo, porque nem
sequer deixa cinzas. Mas esta energia resulta da ingestão de café, açúcar e
outros estimulantes. Na realidade é uma energia efémera, que nos torna
dependentes de substâncias excitantes e estimulantes. Não a podemos chamar de
energia vital.
A razão principal deste cansaço é a acidez orgânica. Quando o organismo
entra neste estado de fadiga, podem gerar-se 7 consequências negativas no
corpo, que se classificariam assim:
·
Perda de energia
·
Sensibilidade e irritação
·
Mucos e congestão
·
Inflamação
· Endurecimento dos tecidos moles (induração, incluindo
lúpus, doença de Lyme, fibromialgia, endurecimento das artérias, placas)
·
Ulceração
· Degeneração (cancro, doenças coronárias, infarto,
sida, esclerose múltipla, diabetes), até chegar finalmente à morte.
Não foi só Georges Oshawa que descreveu a acidez como o princípio da doença
e da fadiga crónica, outros médicos e profissionais da saúde contemporâneos o
ratificam. Por exemplo:
·
O Dr. Theodore A. Baroody escreveu no seu livro Alcaline
or die “(Alcalinizar-se ou morrer): “Na realidade, não importa os nomes
de muitas doenças, o que importa é que todas elas provêm da mesma raiz causada
por muitos resíduos ácidos no corpo”.
· Por outro lado, o Dr. Robert O. Young disse: “O
excesso de acidez do corpo é a causa e todas as doenças degenerativas. Se
ocorrer uma perturbação do equilíbrio e um corpo começa a produzir e a
armazenar mais acidez e resíduos tóxicos dos que é capaz de eliminar, a seguir
as doenças vão-se manifestar”.
· O Dr. George W. Crille, de Cleveland, um dos
cirurgiões mais conhecidos e respeitados do mundo, declarou abertamente: “Todas
as chamadas mortes naturais não são mais que o ponto final de um processo de
saturação devido à acidez no corpo”.
· Para sair desta fadiga crónica é necessário alcalinizar-se
através de uma nutrição inteligente e um estilo de vida que respeite o meio
ambiente. mquando uma pessoa diz: “Isto parece-me muito difícil”, é
sinal que o seu sangue esá muito ácido.
É ter uma
capacidade de adaptação tal que se consiga responder instantaneamente a todas
as circunstâncias imprevistas, abordá-las com um espírito positivo, como uma
aventura proposta pela vida, e resolvê-las, qualquer que seja a dificuldade.
Estar sempre cansado, com falta de
vitalidade
Fisicamente e
mentalmente, queixar-se constantemente dos contratempos da vida, atribuindo a
culpa aos outros. Procurar sempre responsáveis. Recusar os problemas e pagar a
um especialista para os resolver. Não se adaptar a novas situações,
dispersar-se, não levar os projetos até ao fim. Ser pessimista. Levantar-se
cansado, ter enxaquecas, perder cabelo, sangrar das gengivas e ter os olhos
vermelhos, fazer sestas, bocejar constantemente. Problemas digestivos e
intestinais. Não cozinhar para si próprio.
FONTES CONSULTADAS
· “Macrobiótica. O livro da
grande vida” – Patrícia
Restrepo.
· “Mente sã. Corpo são” – Francisco Varatojo
· https://macrobiotiquemonde.blogspot.com/2017/09/rebus-dialectique.html
(CONTINUA)