Sunday, May 24, 2026

 

AS SETE CONDIÇÕES DA SAÚDE

1.ª condição:

Vitalidade – Nunca estar cansado

“A saúde não é um estado da matéria, mas sim da mente”

(Mary Baker Eddy).

resumo

O texto defende que a saúde não é apenas a ausência de doença nem algo medido exclusivamente por análises clínicas. A saúde é vista como um estado global — físico, mental e emocional — que reflete a capacidade de adaptação às mudanças da vida com equilíbrio e pouca tensão.

Segundo Georges Ohsawa, existem sete condições para uma boa saúde, sendo a primeira: 1. Vitalidade – nunca estar cansado

A verdadeira saúde começa pela ausência de fadiga crónica. O cansaço constante é apresentado como um dos sinais mais comuns de desequilíbrio.

Principais ideias:

  • O cansaço é associado a hábitos de vida inadequados, sobretudo ao consumo de comida industrializada, pobre em nutrientes, e ao afastamento de hábitos naturais.
  • Muitas pessoas vivem com uma energia artificial e passageira, estimulada por café, açúcar e excitantes, que cria dependência e não representa energia vital genuína.
  • O texto atribui a fadiga principalmente à chamada “acidez orgânica”, entendida como um desequilíbrio interno do corpo.

Consequências atribuídas à fadiga/acidez:

O texto descreve uma progressão de problemas:

1. Perda de energia

2. Irritabilidade e sensibilidade

3. Mucos e congestão

4. Inflamação

5. Endurecimento dos tecidos

6. Ulceração

7. Degeneração e doença grave

São citados vários autores e médicos que defendem a ideia de que o excesso de acidez estaria na origem de muitas doenças.

Caminho proposto:

Para recuperar a vitalidade, o texto recomenda:

  • alimentação equilibrada e “inteligente”;
  • hábitos de vida saudáveis;
  • respeito pelo meio ambiente;
  • maior ligação e responsabilidade pessoal pelo próprio bem-estar.

Dimensão mental e emocional:

A vitalidade não é apenas física. Uma pessoa saudável seria alguém que:

  • se adapta rapidamente aos imprevistos;
  • encara dificuldades de forma positiva;
  • assume responsabilidade pela sua vida;
  • mantém energia física e mental para concluir projetos.

Sinais de falta de vitalidade:

O texto associa a perda de saúde a:

  • cansaço permanente;
  • pessimismo e queixas constantes;
  • dificuldade de adaptação;
  • dores de cabeça, problemas digestivos, olhos vermelhos, queda de cabelo, necessidade frequente de dormir ou bocejar.

Ideia central:

A saúde é apresentada como um equilíbrio global entre corpo, mente e estilo de vida, sendo a vitalidade e a capacidade de adaptação o primeiro sinal de verdadeiro bem-estar.

Nota importante: o texto reflete uma visão de saúde ligada à filosofia natural/macrobiota de Ohsawa.

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texto

Para avaliar o nosso estado de saúde não devemos utilizar exclusivamente os resultados das análises clínicas que obviamente reflectem uma parte da nossa condição biológica de forma parcial.

A saúde não é ausência de doença, é a capacidade de nos adaptarmos às mudanças com o mínimo de tensão e com a maior integridade possível, é o reflexo holístico da condição a cada momento.

Ao examinarmo-nos sem complacência com base nestes parâmetros, podemos situar o nível da nossa doença, que é também o reflexo exacto do nosso grau de ignorância das leis universais.

Segundo Georges Ohsawa,

existem 7 condições para ter boa saúde:

1.ª — Vitalidade, nunca estar cansado

A primeira condição é não ter fadiga ou cansaço.

Actualmente a queixa mais generalizada é “o cansaço”. E uma das razões principais deste cansaço é a quantidade de comida lixo ou comida desvitalizada que se ingere, que é simultaneamente um reflexo da desconexão com a vida. Se as pessoas cultivassem hábitos de vida saudáveis, não escolheriam comida lixo, pois os hábitos criam o apetite.

Muitas pessoas têm uma relativa energia, uma energia muito rápida, como a fornecida pelo papel queimado, fogo rápido, convertido imediatamente em fumo, porque nem sequer deixa cinzas. Mas esta energia resulta da ingestão de café, açúcar e outros estimulantes. Na realidade é uma energia efémera, que nos torna dependentes de substâncias excitantes e estimulantes. Não a podemos chamar de energia vital.

A razão principal deste cansaço é a acidez orgânica. Quando o organismo entra neste estado de fadiga, podem gerar-se 7 consequências negativas no corpo, que se classificariam assim:

·      Perda de energia

·      Sensibilidade e irritação

·      Mucos e congestão

·      Inflamação

·  Endurecimento dos tecidos moles (induração, incluindo lúpus, doença de Lyme, fibromialgia, endurecimento das artérias, placas)

·      Ulceração

·   Degeneração (cancro, doenças coronárias, infarto, sida, esclerose múltipla, diabetes), até chegar finalmente à morte.

Não foi só Georges Oshawa que descreveu a acidez como o princípio da doença e da fadiga crónica, outros médicos e profissionais da saúde contemporâneos o ratificam. Por exemplo:

·      O Dr. Theodore A. Baroody escreveu no seu livro Alcaline or die “(Alcalinizar-se ou morrer): “Na realidade, não importa os nomes de muitas doenças, o que importa é que todas elas provêm da mesma raiz causada por muitos resíduos ácidos no corpo”.

·   Por outro lado, o Dr. Robert O. Young disse: “O excesso de acidez do corpo é a causa e todas as doenças degenerativas. Se ocorrer uma perturbação do equilíbrio e um corpo começa a produzir e a armazenar mais acidez e resíduos tóxicos dos que é capaz de eliminar, a seguir as doenças vão-se manifestar”.

·  O Dr. George W. Crille, de Cleveland, um dos cirurgiões mais conhecidos e respeitados do mundo, declarou abertamente: “Todas as chamadas mortes naturais não são mais que o ponto final de um processo de saturação devido à acidez no corpo”.

· Para sair desta fadiga crónica é necessário alcalinizar-se através de uma nutrição inteligente e um estilo de vida que respeite o meio ambiente. mquando uma pessoa diz: “Isto parece-me muito difícil”, é sinal que o seu sangue esá muito ácido.

É ter uma capacidade de adaptação tal que se consiga responder instantaneamente a todas as circunstâncias imprevistas, abordá-las com um espírito positivo, como uma aventura proposta pela vida, e resolvê-las, qualquer que seja a dificuldade.

Estar sempre cansado, com falta de vitalidade

Fisicamente e mentalmente, queixar-se constantemente dos contratempos da vida, atribuindo a culpa aos outros. Procurar sempre responsáveis. Recusar os problemas e pagar a um especialista para os resolver. Não se adaptar a novas situações, dispersar-se, não levar os projetos até ao fim. Ser pessimista. Levantar-se cansado, ter enxaquecas, perder cabelo, sangrar das gengivas e ter os olhos vermelhos, fazer sestas, bocejar constantemente. Problemas digestivos e intestinais. Não cozinhar para si próprio.

FONTES CONSULTADAS

·      “Macrobiótica. O livro da grande vida” – Patrícia Restrepo.

·      “Mente sã. Corpo são” – Francisco Varatojo

·   https://macrobiotiquemonde.blogspot.com/2017/09/rebus-dialectique.html

 

(CONTINUA)

 

 

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