NÃO ESPERE SER VELHO
PARA SE MANTER
JOVEM
Gérard Wenker
Atenção, esta
leitura pode perturbar alguns espíritos tradicionais; no entanto, tudo é
verídico e já foi vivido por milhares de pessoas.
Entremos no
cerne da questão, ou seja, aquilo a que vulgarmente se chama “a velhice — a
reforma — a terceira idade, ou até a quarta — em suma, o fim da vida — os
velhos”.
Uma vida
comporta, segundo a antiga espiral logarítmica da ordem do universo, grosso
modo três etapas:
·
A adolescência = 20 anos (dos 1 aos 20 anos)
·
A idade adulta = 40 anos (dos 20 aos 60 anos)
·
A velhice = 80 anos (dos 60 aos 140 anos)
Total…? 140
anos, é a idade biológica natural que poderíamos atingir se… não fizéssemos
tudo o que está ao nosso alcance para encurtar esse prazo.
A este
propósito… os homens, desde há milénios, têm demonstrado uma imaginação e uma
engenhosidade transbordantes. Exemplos ao acaso:
·
Antropofagias — sacrifícios humanos — guerras —
bomba atómica — napalm — genocídios — jogos de circo — condenações à morte —
fogueira — enforcamento — guilhotina — fuzilamento — gaseamento — cadeira
eléctrica — injecção letal — acidentes automóveis — álcool — droga — má
alimentação — fomes — poluição — suicídio.
Como se isso
não bastasse, desde o advento da era industrial, ou seja, há pouco mais de um
século, os homens abandonaram os campos aos milhões para se concentrarem em
imensas megalópoles insalubres e nauseabundas. Aí, esqueceram rapidamente a
relação privilegiada que tinham com a Mãe Natureza, que durante milénios lhes
tinha fornecido o essencial das suas necessidades vitais.
Todos os
conhecimentos das leis da Natureza, que permitiram à espécie humana
desenvolver-se harmoniosamente durante vários milhões de anos, desapareceram
totalmente, sendo substituídos por uma farmacopeia química, por substitutos
alimentares artificiais e por conselhos dietéticos absurdos. Regras de vida em
total contradição com a preservação da vida vieram substituir as antigas
tradições que tinham dado provas ao longo de milhares de anos, dando origem a
povos incansáveis que criaram magníficas civilizações, das quais todos nós
somos descendentes.
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