Thursday, October 3, 2024

 


CONDIMENTOS, MOLHOS, TÊMPEROS E OUTROS COMPLEMENTOS

 UTILIZADOS NA MACROBIÓTICA

 

OS CONDIMENTOS MACROBIÓTICOS

Simon G. Brown (2013)

Incluem uma série de ingredientes que se podem incorporar quando se está a fazer a comida ou directamente no prato. Realçam o sabor dos alimentos e regulam subtilmente a sua energia. Os condimentos típicos da cozinha macrobiótica são os vinagres (de arroz integral, de ameixa Umeboshi e de maçã), o limão, a lima, as frutas como a laranja e a sua casca, os sumos de fruta, a salsa, o manjericão, os coentros, o cebolinho, o alecrim, a salva, o tomilho, as ceboletas, a menta, o gengibre, o alho, o sal marinho, a pimenta de sete sabores (chili), a mostarda, o wasabi (rábano picante japonês), o azeite, o tahin, as folhas de shiso, o gomásio, a tekka (pó rico em saia minerais feito à base de vegetais de raiz), a ameixa umeboshi (ameixas curtidas japonesas), o shoyu, o tamari e o miso.

Porquê usar condimentos ?

·      O shoyu, o tamari, o miso, o sal marinho, a tekka, as folhas shiso em pó e a ameixa umeboshi são ricos em sódio e enriquecem os pratos com sais minerais. São ingredientes que ajudam a conter a energia.

·      O gengibre, o alho, o chili, a mostarda e o wasabi estimulam um fluxo energético centrífugo. São úteis para dirigir para a periferia a nossa energia profunda. Incluir estes ingredientes de forma regular na dieta estimula o fluxo energético corporal, suscita uma maior intensidade emocional e favorece a expressão pessoal.

·      As ervas aromáticas, como a salsa, o manjericão, os coentros, o cebolinho, o alecrim, a salva, o tomilho, a menta, as ceboletas e as folhas de shiso,

em geral, refrescam e activam energeticamente. Incrementam a energia e estimulam-nos mental e emocionalmente.

·      As frutas (como a laranja e a sua casca ralada), assim como os sumos de fruta, tendem a acalmar a energia e trazer maior ligeireza. Além disso, favorecem o relaxamento e ajudam-nos a ter um bom estado anímico.

·      O azeite – e outros óleos crus –, bem como o tahin, promovem o relaxamento e o livre fluxo energético corporal.

Cada condimento tem uma diferente composição nutricional. De todos os modos, como geralmente os temperos são usados em pequena quantidade, por si sós não têm uma influência demasiado significativa na ingestão diária, mas trazem uma maior diversidade. Isto é importante, porque alguns nutrientes, inclusive em pequenas quantidades, influem na absorção de outros nutrientes.

Compra e conservação

É melhor comprar condimentos ecológicos em estabelecimentos de alimentação natural, já que nestas lojas geralmente os produtos são repostos de forma regular.

Devemos guardá-los em local seco e sem exposição à luz solar. No caso de haver altas temperaturas ambientais, conservar no frigorífico as frutas, as ervas aromáticas e o miso branco.

Contra-indicações

Os condimentos devem usar-se de forma regular e em pequenas quantidades. Uma quantidade excessiva poderá criar desequilíbrios dietéticos. É conveniente usarmos algum dos condimentos de cada grupo todos os dias, pois equilibram-se uns aos outros.

CONDIMENTOS, MOLHOS, TEMPEROS E OUTROS COMPLEMENTOS

Jorge Pérez-Calvo (2013) 

OS CONDIMENTOS

São alimentos centrados, nem demasiado contractivos (yang) nem demasiado expansivos (yin), podendo consumir-se sistematicamente, ainda que em pequenas quantidades.

Os condimentos são um conjunto de substâncias de sabor forte, geralmente salgado. Geralmente são uma combinação de produtos vegetais com sal marinho. O vegetal (yin) suaviza o sal (yang), tornando-o menos contractivo. Deste grupo fazem parte o Shoyu e o Tamari, condimentos provenientes da fermentação da soja que fornecem enzimas e aminoácidos ao nosso organismo e tonificam o aparelho digestivo, facilitando assim a digestão. Tomam-se quando não consumimos proteína animal. Dotam o corpo de energia yang, como o peixe – porém, ao contrário do peixe, não produzem acidez nos tecidos, nem toxinas, nem a possível sensação consequente de cansaço.

À excepção da mostarda, os condimentos são alcalinizantes, dando assim um bónus de energia a curto e a longo prazo.

São ricos em minerais e é muito recomendável consumi-los por cima do cereal. Quando estamos cansados e queremos fortalecer a digestão, podemos aumentar a quantidade ou tomá-los numa bebida – por exemplo, o chá de 3 anos (bancha) com Tamari reduz o cansaço rapidamente e revigora, sendo o seu efeito imediato, pois alcaliniza rapidamente o sangue (basta uma taça).

Tamari e Shoyu

O Tamari é um líquido, produto da fermentação da soja, que ajuda a dar sabor. É muito rico em aminoácidos, que complementam as outras proteínas vegetais. Deve juntar-se sempre na fase final do cozimento. Não se deve tomar cru nem combinar-se com o arroz ou outro cereal, pois pode produzir demasiada contracção pancreática, o que se pode traduzir por uma fome insaciável.

Combina bem com vegetais, leguminosas, molhos e com todo o tipo de proteínas em geral. É um bom alcalinizante. Se o tomarmos cru, devemos misturá-lo com sumo de limão ou óleo ou outros alimentos yin para suavizá-lo.

Quanto ao Shoyu, trata-se de Tamari mais diluído, menos salgado e mais fácil de manejar para o uso diário.

Miso

É também um produto da fermentação da soja. Também se pode confecionar misturando a soja com arroz, cevada ou trigo sarraceno. Geralmente toma-se ligeiramente fervilhado (sem ferver), em forma de sopas ou estufados, juntando-o no final da cocção. Fornece enzimas à digestão – é um potenciador digestivo. É alcalinizante e remineralizante e combate os parasitas intestinais. O seu efeito mais peculiar é o seu poder anti-radioactivo, e combate o excesso de contaminação electromagnética, pelo que o devemos tomar regularmente. Além disso, ajuda a regular a flora intestinal.

É muito benéfico dá-lo às crianças depois de uma festa em que tenham ingerido

muitos doces, pois o Miso compensa os excessos de tipo yin.

É muito bom tomá-lo em forma de sopa quente, pois diluído e quente, além de potenciar a digestão, chega mais rapidamente e melhor a todo o organismo do que os alimentos sólidos ou frios.

Gomásio

É confeccionado a partir de sementes de sésamo ligeiramente tostadas e trituradas e misturadas com sal marinho numa proporção que oscila entre 14 e 20 partes de sementes para 1 de sal. Há quem o faça com proporções mais baixas (10:1, 12:1 e menos) mas torna-se muito yang (contractivo) o que nos pode levar a consumir produtos muito yin (açúcar, álcool, …). Pode confeccionar-se num Suribashi – almofariz de cerâmica oriental graças ao qual a semente não fica esmagada e que permite extrair o óleo que vai cobrir a semente e misturar-se com os cristais de sal – ou, simplesmente, com um moinho de café.

As semente de sésamo possuem um altíssimo valor nutritivo – são ricas em cálcio, magnésio e manganésio, assim como em triptófano um aminoácido aromático essencial para a nutrição humana, presente de maneira muito escassa noutras fontes proteicas e que têm efeitos muito positivos no estado mental, causando sensação de bem estar. Graças ao seu alto conteúdo em nutrientes, o sésamo tostado é um excelente complemento dos cereais e leguminosas.

Além disso, o gomásio alcaliniza o sangue e tonifica o sistema digestivo.

Algas em pó

Vende-se nas casas de produtos naturais, mas também se pode fazer em casa – podemos utilizar tanto a alga Kombu como a Wakame. As algas são tostadas no forno até ficarem quebradiças e depois convertem-se em pó num almofariz. O pó resultante é altamente remineralizante.

Em geral, as algas são uma magnífica fonte de nutrientes para os humanos. Mais

ainda, se tivermos em conta que os alimentos que consumimos habitualmente, tanto vegetais como animais, não estão suficientemente mineralizados por causa dos fertilizantes intensivos à base de nitratos, fosfatos e outros produtos, que levam a que a terra seja deficiente em minerais como o zinco, o magnésio, o manganésio, etc. O pó de algas coloca-se directamente sobre o prato, ou combinado com outras sementes, como as de sésamo, de abóbora, também elas trituradas.

Recomendações Importantes

·      O sal e o Shoyu ou Tamari utilizam-se sempre cozinhados, nunca crus. O Shoyu é mais diluído que o Tamari e usa-se preferencialmente em pratos mais ligeiros.

·      O Tamari e o Shoyu devem ser salpicados sobre os vegetais, as leguminosas ou as sopas, contudo nunca sobre os cereais. E sempre com a comida ao lume, nunca no prato à mesa.

·      O Gomasio deve ser sempre pulverizado sobre o cereal, nunca sobre os vegetais – uma colher de chá por prato.

·      Se estamos com problemas de saúde, devemos consumir o pão integral (preferencialmente de levadura madre) no vapor, em vez de seco ou tostado.

·      Os leites vegetais podem dilui-se com água mineral e todos deverão ferver com uma pitada de sal marinho – o pau de canela, o gengibre e/ou a casca de limão também são recomendados para favorecer a sua digestão. Devemos ferver o leite de soja durante 25 a 30 minutos no mínimo (pois é de natureza fria) e só devemos utilizá-lo esporadicamente em épocas de calor (não no Inverno) e se a nossa digestão for forte.

·      Os cereais devem ser bem lavados antes de serem cozinhados.

·      Antes de cozinharmos a Quinoa, devemos colocá-la num prato branco e retirar

todas as eventuais pedrinhas que tenham. Depois lavá-la bem num coador de rede fina debaixo da torneira, para elimina as saponinas (o que produz a espuma ao cozinhar).

·      O arroz integral pode pôr-se de molho um mínimo de 30 minutos antes de cozinhar – o ideal será demolhá-lo durante a noite e, se desejarmos uma textura mais cremosa e especialmente no Verão e no Outono, podemos deixá-lo de molho 12 horas.

·      O Tofu deve consumir-se sempre cozinhado, nunca cru.

·      Em caso de hemorróides, pruridos, problemas de pele, insónias, acessos de cólera, irritabilidade ou trabalhos espirituais, devemos evitar molhos e temperos com alho e pimenta (picantes quentes). Em geral, é mais recomendável utilizar o gengibre, embora não se deva usar em casos de problemas de pele ou excesso de calor interno.

·      É muito importante que todos os ingredientes dos condimentos sejam da melhor qualidade, biológicos ou ecológicos. O Tamari, o Shoyu, o Miso e outros fermentados derivados da soja devem ser de fermentação natural, não acelerada quimicamente.

Vinagre de Arroz

Devido às suas propriedades energéticas e ao seu sabor, é um produto excelente. É um vinagre nutritivo, ao contrário de outros vinagres, que pela sua natureza ácida são catabólicos e deixam substâncias e minerais no corpo. O vinagre de arroz é anabólico: promove a construção de substância no corpo. É um vinagre excepcional.

Mirin

É o vinho de arroz. Parecido com o xerez (vinho fortificado, licoroso, típico de Espanha), utiliza-se para suavizar os pratos de peixe ou os estufados. O seu

sabor é doce e tem um efeito menos ácido e expansivo sobre os tecidos do que outros vinhos ou álcoois.

Geleia ou Mel de Arroz

É um excelente substituto dos adoçantes como o açúcar, o mel ou a sacarina. As

geleias de cereais são o adoçante do futuro pelos seus efeitos benéficos sobre

a saúde e pelo seu sabor e sua textura, parecidos aos do mel de abelha, ainda que as geleias de cereais não tenham os defeitos e inconvenientes deste.

Malte ou Geleia de Cevada

É ainda mais nutritiva que a de arroz. É muito boa para nutrir o sangue e o yin do fígado e em geral o yin dos órgãos. É muito aconselhável no caso de grande magreza ou desnutrição.

Ao serem metabolizados, os adoçantes como o açúcar, o mel de abelha, a sacarina, a frutose, o aspartamo e o sorbitol retiram minerais e vitaminas ao corpo. Pelo contrário, as geleias de cereais fornecem mais do que consomem.

Gengibre

O seu sabor recorda em parte o do limão e em parte o da cebola. É uma raiz picante morna muito recomendada para ajudar a digestão e para quem sofre de flatulência. Tem muitos usos medicinais. É bom, por exemplo, para o síndroma pré-menstrual, para as dores dos ovários, etc. Combate os bloqueios energéticos, aquece o centro do corpo, tonifica o baço e potencia a digestão.

A causa da dor é a existência de um bloqueio que impede que a energia flua. Dor equivale a bloqueio. O gengibre ajuda a energia a fluir de novo.

Sumo de limão

É também um bom tónico digestivo. É bastante útil para as digestões lentas. Obviamente, referimo-nos ao sumo de limão dissolvido em água como acompanhante

das refeições, em caso de problemas de digestão.

Pimenta

É um bom tónico renal e digestivo. Ajuda a vigorar o corpo e a aumentar o fogo

digestivo. As pessoas com excesso de calor no corpo, com tendência a afrontamentos ou com insónias não a devem consumir. Nos estados de agitação mental, de secura e de nervosismo, há que evitar os picantes.

Mostarda

É um alimento ácido, salgado, picante e gordo. Pode consumir-se sem grandes problemas, porém, de vez em quando devemos consumir mostarda que não contém açúcar nem aditivos.

Óleos

Devemos utilizar os óleos de primeira pressão a frio. Podemos consumir diariamente o óleo de sésamo, mas não para fritar. O melhor será utilizar dois óleos nos temperos e nos salteados: o de sésamo com o de linho ou o de sésamo com o de gérmen de trigo, alternados ou misturados e não necessitamos de mais nenhum óleo – o óleo de sésamo é rico em ácido linoleico e o óleo de linho em ácido linolénico; se consumirmos os dois ácidos, o sistema glandular estará perfeitamente protegido. Também os poderemos obter das leguminosas, das sementes e dos grãos de cereal, porém se consumirmos esses óleos – sempre em pequenas quantidades, pois o óleo é a parte mais yin das sementes – asseguraremos que esses dois ácidos não faltarão na nossa dieta.

Quanto ao azeite (óleo de azeitona), é o melhor para fritar, porém não tem as propriedades nutricionais dos que acabamos de mencionar: é pobre em ácidos gordos essenciais e solidifica a 4 graus, o que é um indício do seu conteúdo em

ácidos gordos saturados.

No entanto não há nenhum problema em consumir azeite. Os outros óleos são mais

nutritivos e completos – por exemplo, o óleo de linho, o óleo de sésamo e o óleo de gérmen de trigo são de uma grande eficácia para tratar eczemas e outro tipo de problemas por serem ricos em ácidos gordos essenciais.

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NOTA - ver também: “OS ESPECÍFICOS MACROBIÓTICOS JAPONESES”

https://macrobioticapassadopresentefuturo.blogspot.com/2023_02_27_archive.html

 

Síntese de Emanuel Alte Rodrigues,

Fevereiro de 2016

 

 

 

Wednesday, October 2, 2024

 DIÓSPIRO - alimento de outono

“Tem muitas propriedades úteis para quem quer preservar a saúde através de métodos naturais, mas os diabéticos devem evitá-lo
por ser excessivamente doce” – Miguel Boieiro

CARACTERÍSTICAS GERAIS (segundo Miguel Boieiro)
Um dos frutos mais bonitos e benéficos do Outono é o brilhante dióspiro laranja-avermelhado.
O dióspiro, cientificamente conhecido por Diospyros kaki, é originário da China e é cultivado desde o século XVII.
É possível consumir-se este fruto de diversas formas, contudo devemos privilegiá-lo sob a sua forma natural, de modo a conservar as suas propriedades nutricionais. Prefira-o muito maduro, de forma a atenuar a sensação de adstringência – esta sensação deve-se à presença de taninos (que se encontram em maior número quando o fruto não está maduro).
Existem dois tipos de dióspiro que são diferenciados pela sua forma de consumo:
• Dióspiro “de roer” - Tem a polpa mais rija, é alaranjado/amarelado e poderá ser consumido como uma maçã, mas também em saladas, com iogurte, em sumos naturais, em gelados ou compota. Há ainda quem o consuma assado com um pouco de canela.
• Dióspiro “de abrir” - Tem a polpa mole, é avermelhado e é nutricionalmente mais rico em taninos (antioxidantes). O dióspiro de polpa mole poderá ser cortado ao meio e consumido com uma colher.
Em português se diz dióspiro, tal e qual como na língua helénica, enquanto em espanhol, italiano, francês, finlandês, sérvio, bósnio, japonês e noutras, se diz caqui.
O dióspiro, ou caqui, ou ainda, persimmon, como proferem ingleses e alemães, é o fruto de uma pequena árvore da família das Ebenaceae, cuja designação científica é Diospyros kaki. Tal árvore, oriunda da China e arredores, era considerada exótica e só nos últimos séculos começou a ser cultivada na Europa e na América. Os navegadores portugueses foram os primeiros europeus a alcançar terras orientais e porventura, talvez também os primeiros a conhecer os dióspiros que os chineses comiam como frutos secos. Daí, no século XVII, algumas alusões aos “figos chineses” que lembrariam, pela forma e sabor, os nossos corriqueiros figos passados.
A China continua a deter a liderança no que respeita aos Diospyros kaki, com mais de 50% da produção mundial, totalizando mais de 3 milhões de toneladas por ano.
O diospireiro tem folhas simples, alternas, pecioladas, elípticas ou oblongas, brilhantes e um pouco coriáceas, de cor verde que no outono passam a vermelho e caiem completamente.
As flores são pequenas, brancas amareladas e actinomórficas. A espécie é dioica. As flores femininas são solitárias, mas as masculinas surgem agrupadas em feixes.
Os frutos (dióspiros) formam bagas indeiscentes, endospérmicas, ovaladas com cálice persistente, amarelo-avermelhadas quando amadurecem, ficando na árvore mesmo quando a mesma fica despida de folhagem. Note-se que pode haver frutificação mesmo sem polinização, característica que se chama partenocarpia.
Neste caso, o fruto não tem sementes que são uma espécie de pevides castanhas. Em solo bem adubado cada árvore pode fornecer até 100 kg de frutos por ano.
Os dióspiros ainda não amadurecidos são intragáveis devido a conterem uma alta percentagem de tanino. Quando maduros, o tanino vai desaparecendo ficando moles, sumarentos e muito doces.
Os diospireiros apresentam uma enorme biodiversidade devido à capacidade de adaptação em diversas condições ecológicas, originando centenas de cultivares. O grande especialista José Mendes Ferrão na sua obra em três volumes “Fruticultura Tropical”, editada pelo Instituto de Investigação Científica Tropical, menciona, para além da espécie kaki que é a mais conhecida, mais uma trintena de espécies de Diospyros, todas com frutos comestíveis, algumas provenientes de países africanos.
Os dióspiros são ricos em tanino, betacaroteno, vitaminas B e C, potássio, ferro, magnésio, cálcio, fósforo, pectina, mucilagens e hidratos de carbono (frutose e glucose).
Ajudam a combater a hipertensão, o colesterol e as doenças cardiovasculares, melhoram a saúde da pele, dos cabelos e dos ossos, beneficiam a visão e favorecem o trânsito intestinal.
A madeira de todas as espécies de diospireiro é muito dura (lembremo-nos do seu parentesco com o ébano), atingindo valores elevados, tendo em vista a sua utilidade no fabrico de móveis, tacos para jogos de bilhar, “sticks” de hóquei e de golfe e ferramentas.
Os povos orientais preparam tisanas com as folhas secas do diospireiro graças à existência de polifenóis e ao seu potencial oxidante. Visam assim fortalecer os mecanismos imunitários e combater as doenças degenerativas.
Uma referência final às técnicas de polinização cruzada e de destanização (diminuição do teor de tanino) para reduzir a adstringência dos frutos e responder às exigências do mercado. Crescentemente foram alcançadas novas variedades de frutos mais rijos, com maior durabilidade e doçura.
Por todo o lado, eles acham-se hoje à venda nas grandes e pequenas superfícies comerciais, ao contrário do que acontecia há meio século

PROPRIEDADES MEDICINAIS
Os dióspiros têm sido utilizados pela Medicina Tradicional Chinesa (MTC) há mais de 2.000 anos: o fruto, a pele, as folhas e o caule são excelentes.
O fruto avermelhado brilhante, em forma de lanternas chinesas redondas, é muitas vezes dado como presente de sorte para os recém-casados, simbolizando o amor eterno.
De acordo com a MTC, os dióspiros são carregados com energia fria (yin) e, portanto, são potentes na expulsão do calor patogénico. Estão carregados com antioxidantes, vitaminas A e C, fósforo, manganésio, iodo e outros elementos. São ricos em fibras e calorias.
A MTC diz que o dióspiro suculento e "frio" pode ajudar a promover fluidos, nutrir os pulmões, dissipar o calor patogénico, reduzir o sangramento interno e coágulos sanguíneos e ajudar o sistema digestivo.
É bom para ressacas e hemorroidas também. São usados para tratar a tosse persistente causada por calor patogénico nos pulmões, diarreia devido a um sistema digestivo fraco, pressão arterial alta, endurecimento das artérias e sangue na fleuma, na urina e nas fezes.
Além do fruto, beber chá dos caules e folhas pode ajudar a aliviar os soluços e a tosse, assim como pode ajudar a baixar a pressão arterial e tratar o endurecimento das artérias.

ALGUNS SENÃOS:
Já que é um alimento 'frio', as pessoas 'frias' não devem comer muito, pois pode causar diarreia;
Os diabéticos devem ter cuidado com seu alto teor de açúcar;
Os pacientes com anemia devem saber que o alto teor de tanino pode inibir a absorção de ferro;
Os portadores de gastrite crónica devem evitá-lo, pois o tanino pode perturbar o estômago;
Se você comer dióspiro, coma-o depois das refeições e descasque-o, já que a maior parte do ácido tânico (tanino) está na casca. Comê-los com o estômago vazio não é recomendado, pois o consumo excessivo pode causar pedras. Ninguém deve comer mais do que três de cada vez, porque eles contêm muita energia "fria".
Evite comer em simultâneo, tâmaras pretas, caranguejo, ganso, ovos, batata-doce e vinagre.

Monday, September 30, 2024

Sunday, September 29, 2024

 

“É preciso muita disciplina para praticar uma alimentação saudável”.

Esta é a opinião de uma excelente profissional que é cabeleireira de sucesso há muitos anos.

Á hora das refeições, compra um alfajor no quiosque ou qualquer coisa barata e saborosa, fácil de comer em 15 minutos.

Expliquei-lhe que, a longo prazo, estes hábitos vão trazer-lhe danos profundos no seu corpo.

E a resposta foi ..... “É preciso muita disciplina para ter uma alimentação saudável.” .....

E eu retorqui ... não é preciso disciplina nenhuma.

Só precisas de tomar a decisão.

Tão pouco precisas de força de vontade.

Só precisas de tomar a decisão.

Portanto, é possível... mas sem uma decisão nada acontece.

Podes ter toda a força de vontade do mundo.

Toda a disciplina do mundo.

Podes ser um sargento do exército.

Mas se o sargento não tomar a decisão, vai continuar a comer lixo até tomar a decisão.

A mente é muito astuta .... Como não quer abdicar das suas gratificações sensoriais (2º nível de julgamento) inventa argumentos inteligentes como a questão da falta de disciplina ou falta de tempo ou falta de dinheiro.

E assim, irão continuar a consumir a sua sandes de queijo, os seus bolos, os seus gelados, os seus iogurtes.

Por enquanto continuo assim.... porque não tenho nem paciência, não gosto de cozinhar, não tenho disciplina, não tenho tempo porque estou separada e sou mãe solteira.

E assim continua a vida .... os anos voam e os hábitos tóxicos perpetuam-se..... dia após dia até que finalmente a capacidade de resistência orgânica atinge o seu limite e chega uma doença grave.

Então temos de mudar de alimentação, frequentar aulas de ioga e fazer tudo aquilo que deveríamos ter feito 20 anos antes.

E é assim, como dizia Ohsawa... que a doença é a forma mais eficaz que a inteligência infinita tem para nós mudarmos..... porque enquanto ela não estiver presente... continuaremos a adiar... até que os sistemas orgânicos entrem em colapso.

Esse é o grande problema dos juízos de nível baixo .... porque resistem ao despertar da sabedoria.

Dr. Martín Macedo (Uruguay) - Fb, 29/9/2020

Wednesday, September 25, 2024

 


Chá Kukicha:

Benefícios, Propriedades e como consumir o Chá de 3 Anos

04 Set Publicado às 16:01h em Chás Puros 0 Comentários

https://chasdomundo.pt/blog/cha-kukicha-beneficios-propriedades-e-como-consumir-o-cha-de-3-anos/#respond 

O chá Kukicha, também conhecido como chá de 3 anos, é uma infusão tradicional japonesa que tem vindo a ganhar popularidade devido aos seus inúmeros benefícios para a saúde. Com um sabor suave e ligeiramente adocicado, este chá é apreciado tanto pelos seus efeitos terapêuticos quanto pela sua história rica e única. Neste artigo, vamos explorar o chá Kukicha, os seus benefícios, as suas propriedades, como consumi-lo corretamente e ou contra-indicações a ter em conta. Além disso, incluiremos informações adicionais sobre onde adquirir este chá tão especial.

HISTÓRIA DO CHÁ KUKICHA

O chá Kukicha é uma joia pouco conhecida no mundo dos chás, com uma rica história que merece ser explorada para compreender plenamente o seu valor. Este chá, também conhecido como “chá de ramos” ou “bōcha“, tem a sua origem no Japão, especificamente na região de Uji, onde os agricultores de chá, há séculos, desenvolveram uma técnica para aproveitar ao máximo os recursos da sua planta, a “Camellia sinensis”.

No passado, o chá era um bem de luxo reservado às classes mais altas, sendo suas as folhas mais tenras e de qualidade superior, utilizadas para produzir chás premium como o Sencha e o Gyokuro, enquanto os caules e ramos eram absolutamente descartados e queimados. No entanto, os agricultores, muitas vezes incapazes de consumir os chás de alta qualidade que produziam devido ao seu custo elevado, começaram a preparar infusões com estas partes restantes da planta, nomeadamente os seus caules, ramos e pequenos talos, surgindo assim o tão famoso Kukicha, um chá que inicialmente era visto como uma bebida dos camponeses, mas que gradualmente ganhou reconhecimento e apreciação ao longo de muitas gerações, devido ao seu sabor único e benefícios para a saúde.

A produção do Kukicha evoluiu muito ao longo dos anos, pois antigamente, separar manualmente os caules das folhas era um processo trabalhoso. Actualmente, este processo já é mecanizado, facilitando assim a produção em grande escala. As máquinas utilizam o peso e o tamanho para separar os diferentes componentes, garantindo uma mistura uniforme de caules e ramos que caracteriza o Kukicha.

Apesar de ser tradicionalmente visto como um chá de segunda categoria devido ao uso das partes restantes da planta, o Kukicha ganhou popularidade não só no Japão, mas também entre os entusiastas do chá em todo o mundo. A sua baixa quantidade de cafeína, combinada com um perfil de sabor que varia entre o vegetal suave e notas de nozes ou erva fresca, fazem dele uma escolha ideal para aqueles que procuram uma bebida reconfortante e saudável a qualquer hora do dia.


KUKICHA NA MACROBIÓTICA E CULTURA JAPONESA 

O chá Kukicha não é apenas uma bebida, mas também um componente integral da filosofia macrobiótica, que promove a harmonia entre corpo, mente e ambiente. Na cultura japonesa, o chá é uma forma de meditação e um meio de fortalecer conexões sociais. Esta tradição cultural destaca os benefícios do chá Kukicha como parte de um estilo de vida equilibrado.

Na macrobiótica, o chá Kukicha é valorizado pelas suas propriedades alcalinizantes e desintoxicantes, ajudando a manter o equilíbrio do pH no corpo e a promover uma digestão saudável. Este chá, feito a partir dos caules e ramos da planta do chá, contém níveis mais baixos de cafeína em comparação com outros chás verdes, tornando-o uma escolha ideal para consumo diário, mesmo durante a noite. Além disso, o Kukicha é rico em antioxidantes e minerais essenciais como cálcio, potássio e zinco, contribuindo para a saúde geral e bem-estar.

O consumo de chá Kukicha na macrobiótica também está associado à prática de mindfulness e à conexão com o momento presente. Beber chá Kukicha de forma consciente pode ser uma prática meditativa que acalma a mente e reduz o stress, promovendo uma sensação de paz interior. Esta abordagem está alinhada com os princípios macrobióticos de vida simples e equilibrada, onde cada ação é realizada com atenção e intenção.


DIFERENÇAS ENTRE O CHÁ KUKICHA VERDE E O CHÁ KUKICHA TORRADO

Kukicha Verde (https://chasdomundo.pt/pt/cha-verde-japones-kukicha-superior)

Kukicha Verde é um chá de especialidade que tem as suas raízes na tradição japonesa de aproveitar integralmente a planta do chá, Camellia sinensis. Este chá é preparado utilizando os caules, galhos e folhas mais grossas da planta, em vez das folhas jovens e brotos normalmente utilizados em chás como o sencha e o gyokuro. Esta prática de utilização integral da planta reflete uma abordagem tradicional de sustentabilidade e aproveitamento total dos recursos disponíveis.

Historicamente, o Kukicha Verde era consumido pelas classes trabalhadoras no Japão, uma vez que era considerado um chá de menor qualidade comparado aos chás feitos exclusivamente de folhas. No entanto, ao longo dos anos, o sabor suave, ligeiramente doce e as propriedades únicas do Kukicha Verde começaram a ganhar popularidade entre um público mais vasto. Hoje, é apreciado tanto no Japão como internacionalmente pela sua leveza, baixo teor de cafeína e perfil de sabor refrescante.

Kukicha Torrado (Chá de 3 Anos)

O Kukicha Torrado, também conhecido como “chá de 3 anos” ou San-nen Bancha, oferece uma variação distinta do Kukicha tradicional. Esta versão é feita a partir de caules e galhos de plantas de chá que têm pelo menos três anos de idade. Após a colheita, estes componentes são secos e depois torrados, um processo que resulta num sabor mais robusto e terroso.

A prática de envelhecer os galhos por três anos antes da colheita está ligada à filosofia macrobiótica, que valoriza alimentos que proporcionam equilíbrio e harmonia ao corpo. O Kukicha Torrado, com o seu sabor profundo e propriedades calmantes, tornou-se um elemento fundamental na dieta macrobiótica, sendo recomendado pelas suas qualidades digestivas e pelo efeito relaxante. A torrefação também reduz ainda mais o teor de cafeína, tornando este chá uma opção ideal para consumo à noite ou para aqueles que procuram uma alternativa ao chá verde tradicional.

Conclusão

Ambas as variedades de Kukicha – Verde e Torrado – representam o compromisso da cultura japonesa com a simplicidade, a sustentabilidade e a saúde. O Kukicha Verde é apreciado pelo seu sabor leve e refrescante, enquanto o Kukicha Torrado oferece uma experiência de chá mais rica e encorpada. Cada uma destas versões traz consigo uma história de tradição e adaptação, refletindo a evolução contínua da arte do chá no Japão. Hoje, ambos são celebrados não apenas pelo seu sabor único, mas também pelos benefícios que trazem ao bem-estar.


CHÁ KUKICHA BENEFÍCIOS: PARA QUE SERVE O CHÁ KUKICHA? 

 O chá Kukicha é valorizado pelas suas múltiplas aplicações na promoção da saúde e do bem-estar. Mas, afinal, para que serve o chá Kukicha? Vamos explorar os seus principais usos e benefícios:

1.     Rico em Antioxidantes 

Como muitos chás verdes, o Kukicha é rico em antioxidantes, que ajudam a combater os radicais livres no corpo, reduzindo o risco de doenças crónicas e promovendo a saúde celular. Esta propriedade é um dos muitos benefícios do chá Kukicha que tornam esta bebida uma escolha saudável.

2.   Baixo em Cafeína 

Uma das características mais notáveis do chá Kukicha é o seu baixo teor de cafeína, o que o torna uma opção ideal para consumo ao longo de todo o dia, sem o risco de causar insónia ou nervosismo. Este chá, também conhecido como “chá de ramos”, distingue-se dos outros chás verdes precisamente por esta particularidade.

A razão por trás do seu baixo teor de cafeína está na composição do Kukicha: enquanto os chás tradicionais utilizam as folhas da planta Camellia sinensis, o Kukicha é elaborado principalmente com os caules, ramos e pequenos talos. Estes caules contêm apenas cerca de um terço da cafeína presente nas folhas, o que resulta num chá com um teor de cafeína significativamente inferior.

Para aqueles que se questionam se o chá Kukicha contém teína, a resposta é sim, mas em quantidades mínimas. De facto, o Kukicha possui entre 0,5% e 1% da cafeína encontrada no chá verde comum, a quantidade é tão baixa que pode ser apreciado a qualquer hora do dia sem interferir no sono ou provocar ansiedade.

Adicionalmente, o processo de produção do Kukicha também contribui para o seu baixo teor de cafeína. Os ramos utilizados no chá são amadurecidos na planta durante três anos e depois torrados quatro vezes separadamente. Este processo não só enriquece o sabor do chá, como também reduz ainda mais o seu teor de cafeína, tornando o Kukicha uma das opções mais exclusivas e suaves entre os chás japoneses.

3.      Auxilia na Digestão 

Um estudo publicado no PubMed afirma que o elagitanino, presente em grande quantidade no Kukicha, pode promover a saúde intestinal e facilitar a digestão. Beber uma chávena deste chá após as refeições pode ajudar a melhorar a digestão e a aliviar desconfortos estomacais, sendo este mais um dos benefícios do chá Kukicha.

4.      Promove a Saúde Óssea

Considerado uma boa fonte de cálcio, uma chávena de chá de Kukicha pode conter até 13 vezes mais cálcio do que um copo de leite, contribuindo para a saúde óssea. Incorporar o chá Kukicha na dieta pode ser benéfico para a prevenção de condições como a osteoporose.

Além disso, o chá Kukicha é rico em minerais essenciais como cobre, selénio, manganês, cálcio, zinco, entre outros, assim como em vitaminas A, C e do complexo B, devido ao seu cultivo prolongado por três anos, durante o qual absorve continuamente minerais do solo.

5.      Contribui para a Perda de Peso 

Outro aspeto interessante é a capacidade do “chá 3 anos” ajudar nos processos de emagrecimento, pois o seu efeito diurético e de aceleração do metabolismo pode ajudar na perda de peso quando associado a uma dieta equilibrada e exercícios físicos.

 

COMO CONSUMIR O CHÁ DE 3 ANOS? 

Como tomar o chá de 3 anos de maneira correta para aproveitar todos os seus benefícios?

Preparar o chá Kukicha é simples e pode ser feito seguindo alguns passos básicos:

a) Ferva a Água: Aqueça a água até cerca de 80°C para evitar que o chá fique amargo.

b) Adicione o Chá: Use cerca de uma colher de chá de Kukicha para cada 200 ml de água.

c) Infusão: Deixe o chá em infusão por 3 a 5 minutos. Evite deixar mais tempo para não comprometer o sabor delicado.

d) Sirva e Aproveite: Coe o chá e sirva. Pode ser consumido quente ou frio, conforme a preferência.

Ao incorporar o chá de 3 anos na sua rotina, é importante ter em atenção as quantidades e horários de consumo para maximizar os seus efeitos positivos.


CHÁ DE 3 ANOS: CONTRAINDICAÇÕES 

Apesar dos inúmeros benefícios do chá Kukicha, o chá de 3 anos pode não ser adequado para todos. É importante considerar algumas contraindicações do chá de 3 anos:

Gravidez e Amamentação: Recomenda-se que mulheres grávidas ou a amamentar consultem o seu médico antes de consumir qualquer tipo de chá. Embora geralmente não sejam conhecidos efeitos secundários, esta é uma decisão que deve ser tomada com orientação profissional.

Anemia: Pessoas com anemia devem moderar o consumo, pois este chá pode interferir na absorção de ferro.

 

Chá Sumicha: Onde Comprar 

Se está à procura de uma fonte confiável para adquirir o autêntico chá verde japonês Kukicha, a nossa loja “Chás do Mundo”, é a escolha ideal. Oferecemos uma seleção exclusiva de Kukicha e outras variedades de chás verdes japoneses, todos de alta qualidade e cuidadosamente selecionados para garantir a melhor experiência possível.

Além disso, nos Chás do Mundo, temos o compromisso de proporcionar a melhor experiência de compra online. Oferecemos entregas rápidas para mais de 80 países, assegurando assim, que o seu chá chegue sempre fresco e nos prazos esperados. A confiança dos nossos clientes é refletida nas nossas avaliações no Google, onde temos uma alta taxa de feedbacks positivos, evidenciando a satisfação e confiança na qualidade dos nossos produtos e serviços.

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PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O CHÁ KUKICHA

P- O chá Kukicha tem cafeína?

Sim, mas em quantidades muito menores comparado a outros chás verdes, tornando-o adequado para consumo ao longo do dia.

P- Quais são os benefícios do chá Kukicha para emagrecer?

Ele ajuda a acelerar o metabolismo e tem um efeito diurético, que pode auxiliar na perda de peso quando combinado com uma dieta saudável.

Como o chá Kukicha se diferencia de outros chás?

O Kukicha é feito de ramos e caules da planta do chá, enquanto a maioria dos chás verdes é feita de folhas. Isso dá ao Kukicha o seu sabor único e baixo teor de cafeína.

P- Onde posso comprar chá Kukicha de qualidade?

Lojas de produtos naturais e plataformas online como o Chás do Mundo são boas opções para adquirir chá Kukicha de alta qualidade.

 

O chá Kukicha, com a sua rica história e benefícios comprovados, é uma excelente adição à dieta de quem procura melhorar a saúde e o bem-estar.

Com o seu sabor único e propriedades nutricionais, este chá é mais do que apenas uma bebida – é uma experiência cultural e de saúde. Ao considerar o chá Kukicha benefícios, é importante lembrar-se das contraindicações e consumir de forma equilibrada.

Experimente incorporar este chá na sua rotina e desfrute dos seus efeitos positivos.

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